Como usar o óleo de coco

03 Nov 2014

Por vários anos, o óleo de coco foi duramente criticado, devido às suas grandes percentagens de gordura saturada. Não obstante, na atualidade, cada vez uma quantidade maior de pessoas consome. Se bem que fornece calorias (como toda gordura) e, portanto, deve ser integrado com moderação, pode fornecer muitos benefícios ao organismo.

Não só poderás comê-lo ungido como manteiga em uma deliciosa torrada, mas também adicionado aos seus batidos e em muitas outras receitas. Também é útil para nutrir o cabelo e creme para depois de barbear. Por que mudar os óleos tradicionais que utilizamos para este produto? Vamos lá.

VANTAGENS DO PRODUTO
Em primeiro lugar, há que esclarecer que a gordura saturada do óleo de coco não é prejudicial para o organismo, todo o contrário, e por isso o produto sólido é um bom substituto da manteiga. É rico em ácido dodecanoico, um elemento que luta contra infecções de todo o tipo de vírus, bactérias e fungos) e em fenóis, poderosos antioxidantes que revertem o envelhecimento celular.

Por outro lado, algumas pesquisas médicas indicam que ter uma alimentação saudável, fazer atividade física, consumir 2 colheres de sopa diárias do óleo, é possível reduzir a medida do abdômen. Depois do estudo, as mulheres que tinham levado a mesma rotina de alimentação e exercícios, mas tomaram o óleo de soja, não adelgazaron tanto em comparação com aqueles que incorporaram óleo de coco.

Isto explicaria porque o mesmo é uma forma de lipídios de cadeia média, que são assimilados rapidamente pelo organismo, se transformando em energia. Em troca, os óleos tradicionais são feitos de lipídios de cadeia longa, que tendem a ser armazenados no corpo como gordura.

QUE ÓLEO ESCOLHER
O óleo de coco vem da polpa da fruta. Tal como acontece com os outros, há dois produtos básicos para escolher: o extra virgem (que vem da primeira prensada a frio) e refinado (que vem do friso com calor e químicos artificiais). No segundo caso, o óleo é obtido por meio de mecanismos industrializados que fazem render mais, mas com um produto menos nutritivo e saudável.

Por isso, na hora de escolher o melhor será comprar o extra virgem ou algum óleo que não tenha sido branqueados, refinado, desodorizado ou que inclua elementos artificiais adicionados.

Um dado interessante a ter em conta é que o óleo de coco não é um OGM, é dizer que não foi manipulado geneticamente, o que não acontece com os óleos baratos, que costumam empregar a maioria das pessoas para cozinhar.

Este produto pode ser usado para cozinhar, mas tem que tomar cuidado para que não exceda o ponto de fumaça (ou limite de tolerância ao calor) que é de 177 graus, geralmente um óleo de cozinha costuma ter um mínimo de 18graus.